Manuel Cortez - Consultor, Coach e Palestrante

COMO ATUA O COACHING


"Obstáculos são aquelas coisas assustadoras que você vê quando desvia os seus olhos da sua meta."

--Henry Ford



COACHING & MENTORING PESSOAL E PROFISSIONAL - (LIFE COACHING)


Atua como arma poderosa do desenvolvimento humano . Engloba todas as áreas da vida. O processo se dá através do estabelecimento de prioridades, a elaboração de estratégias e o estímulo ao auto-conhecimento e ao desenvolvimento das habilidades do coachee.

 

 

CONTRIBUINDO para sua realização pessoal e profissional

 

ENERGIZANDO você a alcançar o sucesso

 

SENSIBILIZANDO para você quebrar velhos paradigmas

 

DISPONIBILIZANDO metodologias para você enfrentar mudanças com determinação

 

MONITORANDO seu processo evolutivo até atingir os resultados esperados

 


COACHING & MENTORING EXECUTIVO - (EXECUTIVE COACHING)


Atua como ferramenta de apoio aos gestores, executivos e chefias em geral. As ferramentas do Coaching e Mentoring Executivo são o desenvolvimento de habilidades, a elaboração de estratégias e o estímulo ao auto-conhecimento e à melhoria na performance profissional, permitindo:

 

 

AGREGAR valores de liderança, serviço positivo e ética profissional á visão estratégica da empresa .

 

GERENCIAR projetos onde os problemas sejam transformados em desafios

 

CAPACITAR todos os profissionais com responsabilidade, de uma nova visão holística da vida e dos negócios

 

VALORIZAR as pessoas como elemento fundamental para a mudança de mentalidades, focando todos no sucesso do negócio

 

TRANSFORMAR a atitude comportamental do gestor, tornando-o num verdadeiro líder-coach.

 


Quem ganha com o processo de Coaching Executivo?


                                                   VOCÊ e SUA EMPRESA!!!!!



EXECUTIVE COACHING... MODA OU NECESSIDADE?

 

 

Segunda a Revista “ Harvard Business Review”, nos Estados Unidos da América, gasta-se todos os anos mais de um bilhão de US dólares em Executive Coaching. Facilmente se conclui somente por este indicador que o Executive Coaching funciona e é muito mais que uma “moda”. Podemos também admitir que esteja na moda, dada a sua inovação e alto poder de contribuir para o sucesso dos gestores em geral.


Qualquer empresa ou gestor que pense contratar um Coach Executivo, precisa em primeiro lugar saber o que o Coaching pode ou não fazer por si e também como escolher um bom coach.


Para isso deverá compreender algumas características chave do processo de coaching, a saber:



  • • No Coaching Executivo, normalmente o cliente é o empregador do gestor. Sendo assim, o objetivo do processo de coaching deverá ser formulado em termos dos benefícios a obter pela empresa, através do desenvolvimento e melhoria comportamental da pessoa.

  • • As áreas privilegiadas de atuação do Coaching Executivo são a melhoria das capacidades comportamentais e técnicas do coachee, visando prioritariamente seu desempenho profissional .

  • • Embora o Coaching possa envolver interação com outros membros da equipe, a relação entre coach e o sujeito de coaching ou coachee, é sempre confidencial e uma relação de confiança.

  • • No Coaching Executivo as metodologias a aplicar dependem muito do indivíduo, da cultura da empresa, do enquadramento estratégico dos RH na organização, dos objetivos pessoais e profissionais do gestor alvo do coaching, etc. Por isso o coaching pode misturar técnicas de várias disciplinas, como gestão e administração, ética e governança corporativa, mentoring, PNL, etc. O coaching não é remédio para todas as situações e muito menos pode tratar perturbações psicológicas ou comportamentais.


  • Em muitas situações o Coach atua mais como Mentor, apoiando o sujeito de coaching, sendo seu “ouvidor / facilitador” e disponibilizando sua experiência e planos de vida, dando seu “feedback” de forma aberta e conforme a solicitação de seu coachee. Nestas situações há o reconhecimento explícito da capacidade do Coach , de sua experiência e Know-How, sendo que normalmente nestes casos o coach é formado em Administração e Gestão de empresas e tem muitos anos de experiência como executivo.


    Acontece também que quando o relacionamento evolua para “mentoring”, o apoio pode ser prestado de forma menos formal, por telefone, e-mail, etc.., ou em horas e locais menos formais.


  • • Os gestores de topo estão hoje cada vez mais isolados. São forçados a dar muito e recebem menos feedback do que outros membros da organização. É a inteligência emocional e não o QI que faz hoje grandes lideres empresariais. Quantos excelentes gestores chegam ao topo no Conselho de Administração e precisam de apoio de uma pessoa isenta, objetiva , habilitada e que não pertença á empresa?

  • • À medida que as regras de bom “ corporate governance”exigem cada dia mais rigor, equilíbrio e responsabilização pessoal dos gestores, há também cada vez mais o reconhecimento de que estes precisam de apoio individual. Nestes casos o coachinhg pode servir não só para ajudar a corrigir comportamentos inapropriados ou aptidões insuficientes, mas também para o gestor testar e trocar as suas idéias com alguém hábil e objetivo, externo a sua organização.

  • Refira-se que além destas duas grandes razões que em geral levam a necessidade de recurso ao Coaching, poderemos a título de exemplo enunciar outras situações típicas e mais específicas que também justificam o recurso a intervenção de um coach:


  • • Mudança de um cargo técnico para um cargo superior ou de gestão geral
  • • Dificuldade de adaptação a cultura local quando o gestor é expatriado
  • • Problemas de liderança de uma equipe
  • • Dificuldades de comunicação
  • • Necessidade de a Administração trabalhar em equipe com um coach para desenvolver a direção estratégica da empresa, nos “ Top Team Strategy Workshops”
  • • Necessidade estratégica de o gestor assumir ser “líder-coach” de seus gerentes, nos “Team Borders” de cada departamento.


  • A escolha do Coach é muito importante, pois o sucesso do processo depende muito do “treinador”. Acresce que essa escolha terá sempre uma componente subjetiva muito forte, assente na facilidade de relacionamento e na confiança que se estabeleça entre o coach e o coachee. Todavia deverá ser avaliado de forma objetiva o currículo do coach, sua experiência profissional e formação técnica e acadêmica. Embora encontremos no mercado “coaches” com diferentes formações e especialidades, pensamos que um gestor sênior aceitará melhor receber coaching de alguém que entende o significado dos desafios que ele enfrenta todos os dias ou as decisões que tem de tomar.



REGRAS DE GESTÃO EM CORPORATE GOVERNANCE

 

 

O “Corporate Governance” ou a “Governação Corporativa” se destina a responsabilizar todos os intervenientes da gestão das corporações por forma a evitar excessos ou desrespeito pelos investidores e detentores do capital. Esta preocupação de delimitar a ação dos gestores executivos facilita a sintonia dos gestores com os grandes objetivos estratégicos e alinha sua ação com o futuro e a continuidade dessas organizações. Este conceito nas empresas de muito grande dimensão tem hoje um sentido mais abrangente, pois visa também defender a sociedade em geral das conseqüências nefastas de práticas de gestão que prejudiquem as pessoas, quer sejam trabalhadores, clientes ou fornecedores e o meio ambiente. É a chamada responsabilidade social e ambiental.


Por isso hoje, mais que nunca, assume primordial importância a implementação de regras e princípios éticos na gestão, que garantam boas práticas dos seus executivos. É bom lembrar que o mercado hoje é mais exigente que no passado e os consumidores assumem um papel mais crítico com as organizações que não respeitam compromissos tributários, ou trabalhistas ou ambientais, ou sociais ou até de respeito pela vida e pelos mais fracos. Claro que em primeiro lugar deverão os executivos respeitar nas suas decisões de gestão o bom desempenho de sua organização, retribuindo assim aos seus acionistas a confiança neles depositada .


Dependendo da dimensão da empresa, da cultura e antecedâneos , do país e enquadramento geral, assim também o conceito de “corporate governance” assume diferentes formas de aplicação, devendo sempre ir de encontro as expectativas de seus donos e acionistas e em última instância devendo melhorar a organização como um todo e reduzir os riscos de fraude, má gestão ou excessos que prejudiquem o futuro da organização.


Por outro lado as regras e princípios em corporate governance poderão abarcar desde compromissos com todos os trabalhadores e colaboradores, até regras de sucessão nos mais altos cargos, ou imposição de rácios econômicos e financeiros. Acrescente-se que além dos conselhos executivos, de administração e gestão, se deverão incluir também as entidades externas, tais como auditores externos, empresas de acompanhamento e consultoria, assessoria jurídica e contábil, etc.


A título de exemplo, se indicam a seguir algumas regras que poderão ser facilmente aplicadas nas médias empresas, onde poderemos incluir boa parte das empresas familiares:


  • • Obrigatoriedade de profissionalizar a gestão, estabelecendo-se regras claras para os eventuais herdeiros ou sucessores na hierarquia da organização
  • • Alimentar a necessidade da inovação como condição para o sucesso no futuro, sabendo-se que hoje os ciclos de vida dos produtos são de menor duração
  • • Estabelecer regras para a evolução de carreira dos colaboradores, apostando na competência, dedicação e formação profissional, evitando perder bons elementos ou permitir que outros sejam promovidos por razões alheias ao mérito do trabalho
  • • Estabelecer metas para tudo e informar todos na organização de quais são as metas , prazos e condições para serem atingidas
  • • Definir claramente a preocupação social e ambiental da empresa, através de programas em que todos participem, incluindo a comunidade local
  • • Definir regras de gestão financeira que deverão ser assumidas pelos executivos e acionistas, no que toca a política de distribuição de dividendos e renda, investimentos, empréstimos, limitando-se assim o endividamento excessivo da empresa.