COMO ATUA O COACHING"Obstáculos são aquelas coisas assustadoras que você vê quando desvia os seus olhos da sua meta." --Henry Ford
COACHING & MENTORING PESSOAL E PROFISSIONAL - (LIFE COACHING) Atua como arma poderosa do desenvolvimento humano . Engloba todas as áreas da vida. O processo se dá através do estabelecimento de prioridades, a elaboração de estratégias e o estímulo ao auto-conhecimento e ao desenvolvimento das habilidades do coachee.
CONTRIBUINDO para sua realização pessoal e profissional ENERGIZANDO você a alcançar o sucesso SENSIBILIZANDO para você quebrar velhos paradigmas DISPONIBILIZANDO metodologias para você enfrentar mudanças com determinação MONITORANDO seu processo evolutivo até atingir os resultados esperados COACHING & MENTORING EXECUTIVO - (EXECUTIVE COACHING) Atua como ferramenta de apoio aos gestores, executivos e chefias em geral. As ferramentas do Coaching e Mentoring Executivo são o desenvolvimento de habilidades, a elaboração de estratégias e o estímulo ao auto-conhecimento e à melhoria na performance profissional, permitindo:
AGREGAR valores de liderança, serviço positivo e ética profissional á visão estratégica da empresa . GERENCIAR projetos onde os problemas sejam transformados em desafios CAPACITAR todos os profissionais com responsabilidade, de uma nova visão holística da vida e dos negócios VALORIZAR as pessoas como elemento fundamental para a mudança de mentalidades, focando todos no sucesso do negócio TRANSFORMAR a atitude comportamental do gestor, tornando-o num verdadeiro líder-coach. Quem ganha com o processo de Coaching Executivo? VOCÊ e SUA EMPRESA!!!!!EXECUTIVE COACHING... MODA OU NECESSIDADE?
Segunda a Revista “ Harvard Business Review”, nos Estados Unidos da América, gasta-se todos os anos mais de um bilhão de US dólares em Executive Coaching. Facilmente se conclui somente por este indicador que o Executive Coaching funciona e é muito mais que uma “moda”. Podemos também admitir que esteja na moda, dada a sua inovação e alto poder de contribuir para o sucesso dos gestores em geral. Qualquer empresa ou gestor que pense contratar um Coach Executivo, precisa em primeiro lugar saber o que o Coaching pode ou não fazer por si e também como escolher um bom coach. Para isso deverá compreender algumas características chave do processo de coaching, a saber:
Em muitas situações o Coach atua mais como Mentor, apoiando o sujeito de coaching, sendo seu “ouvidor / facilitador” e disponibilizando sua experiência e planos de vida, dando seu “feedback” de forma aberta e conforme a solicitação de seu coachee. Nestas situações há o reconhecimento explícito da capacidade do Coach , de sua experiência e Know-How, sendo que normalmente nestes casos o coach é formado em Administração e Gestão de empresas e tem muitos anos de experiência como executivo. Acontece também que quando o relacionamento evolua para “mentoring”, o apoio pode ser prestado de forma menos formal, por telefone, e-mail, etc.., ou em horas e locais menos formais. Refira-se que além destas duas grandes razões que em geral levam a necessidade de recurso ao Coaching, poderemos a título de exemplo enunciar outras situações típicas e mais específicas que também justificam o recurso a intervenção de um coach: A escolha do Coach é muito importante, pois o sucesso do processo depende muito do “treinador”. Acresce que essa escolha terá sempre uma componente subjetiva muito forte, assente na facilidade de relacionamento e na confiança que se estabeleça entre o coach e o coachee. Todavia deverá ser avaliado de forma objetiva o currículo do coach, sua experiência profissional e formação técnica e acadêmica. Embora encontremos no mercado “coaches” com diferentes formações e especialidades, pensamos que um gestor sênior aceitará melhor receber coaching de alguém que entende o significado dos desafios que ele enfrenta todos os dias ou as decisões que tem de tomar. REGRAS DE GESTÃO EM CORPORATE GOVERNANCE
O “Corporate Governance” ou a “Governação Corporativa” se destina a responsabilizar todos os intervenientes da gestão das corporações por forma a evitar excessos ou desrespeito pelos investidores e detentores do capital. Esta preocupação de delimitar a ação dos gestores executivos facilita a sintonia dos gestores com os grandes objetivos estratégicos e alinha sua ação com o futuro e a continuidade dessas organizações. Este conceito nas empresas de muito grande dimensão tem hoje um sentido mais abrangente, pois visa também defender a sociedade em geral das conseqüências nefastas de práticas de gestão que prejudiquem as pessoas, quer sejam trabalhadores, clientes ou fornecedores e o meio ambiente. É a chamada responsabilidade social e ambiental. Por isso hoje, mais que nunca, assume primordial importância a implementação de regras e princípios éticos na gestão, que garantam boas práticas dos seus executivos. É bom lembrar que o mercado hoje é mais exigente que no passado e os consumidores assumem um papel mais crítico com as organizações que não respeitam compromissos tributários, ou trabalhistas ou ambientais, ou sociais ou até de respeito pela vida e pelos mais fracos. Claro que em primeiro lugar deverão os executivos respeitar nas suas decisões de gestão o bom desempenho de sua organização, retribuindo assim aos seus acionistas a confiança neles depositada . Dependendo da dimensão da empresa, da cultura e antecedâneos , do país e enquadramento geral, assim também o conceito de “corporate governance” assume diferentes formas de aplicação, devendo sempre ir de encontro as expectativas de seus donos e acionistas e em última instância devendo melhorar a organização como um todo e reduzir os riscos de fraude, má gestão ou excessos que prejudiquem o futuro da organização. Por outro lado as regras e princípios em corporate governance poderão abarcar desde compromissos com todos os trabalhadores e colaboradores, até regras de sucessão nos mais altos cargos, ou imposição de rácios econômicos e financeiros. Acrescente-se que além dos conselhos executivos, de administração e gestão, se deverão incluir também as entidades externas, tais como auditores externos, empresas de acompanhamento e consultoria, assessoria jurídica e contábil, etc. A título de exemplo, se indicam a seguir algumas regras que poderão ser facilmente aplicadas nas médias empresas, onde poderemos incluir boa parte das empresas familiares:
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